
As 170 páginas do relatório da Polícia Federal, divulgadas em 20 de agosto de 2025, trazem à tona a divisão interna no bolsonarismo, revelando a influência do pastor Silas Malafaia e uma postura exasperada do deputado Eduardo Bolsonaro diante de um ex-presidente Jair Bolsonaro que adota tom conciliador.

As mensagens extraídas do celular do ex-presidente incluem xingamentos direcionados ao próprio pai e expõem o desconforto e ciúme de Eduardo em relação ao governador Tarcísio de Freitas, além de mostrar pressões para salvar apoios internacionais, especialmente dos Estados Unidos.
Aliados do bolsonarismo classificaram o relatório como um “vazamento político”, alegando que a investigação carece de repercussão jurídica, mas reconhecem seu impacto simbólico às vésperas do julgamento da trama golpista, marcado para setembro.
O ambiente interno passa a ser interpretado – por seus defensores – como um cenário explorado como “espetáculo” por adversários e pelo próprio sistema de Justiça.
Redação Blog do Jucélio