
O primeiro decêndio de agosto trouxe um repasse de R$ 7,16 bilhões aos cofres municipais, um aumento de 26,56% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo a Secretaria do Tesouro Nacional (STN).
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) atribui esse crescimento à base de comparação baixa de 2023, destacando que, com ajuste inflacionário, houve uma queda real de 3,28% em comparação a 2022.

O aumento foi impulsionado pelo crescimento do Imposto sobre a Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).
Apesar dos números positivos, a CNM aconselha os gestores a manejarem os recursos com prudência, devido ao cenário fiscal desafiador em 2024.
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