
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, manteve a prisão preventiva de dois homens acusados de proferir ameaças ao magistrado e à família.
Moraes, porém, se declarou impedido de permanecer na condução do caso por envolver tema de natureza pessoal. O processo será redistribuído para outro ministro do STF.

Um dos presos é o fuzileiro naval Raul Fonseca de Oliveira, sargento atualmente lotado no Comando da Marinha. O outro é Oliverino de Oliveira Júnior.
As investigações começaram em abril, em resposta a e-mails anônimos que chegaram ao STF. Nas mensagens, os autores das ameaças diziam saber o itinerário usado pela filha de Moraes. Eles também fizeram ameaças de morte ao ministro e sua família.
Os crimes apurados pela Polícia Federal são de ameaça e perseguição.
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