
Lula (foto) continua sendo a única esperança do PT para o partido se manter no poder em 2026, conforme pesquisa do Instituto Paraná, divulgada nesta segunda-feira, 13, que projeta a eleição presidencial de 2026.
Apontado como possível sucessor de Lula na sigla, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), perderia na disputa pela presidência da República até para a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).

Na pesquisa espontânea, quando os entrevistados são estimulados a dizer em quem votariam sem receber uma lista de candidatos, Lula e Jair Bolsonaro (PL) polarizam a disputa, com 20,1% e 16,7% das intenções de voto, respectivamente.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e o ex-governador do Ceará Ciro Gomes (PDT) são os únicos nomes que receberam mais de 1% das intenções de voto nessas condições. Mesmo assim, nenhum dos dois chegou a 2%.
Não sabem são 49,8%; brancos e nulos, 6,8%.
Sai Lula, entra Haddad
Quando Lula é substituído por Fernando Haddad em um dos cenários testados na pesquisa estimulada, ou seja, quando uma lista de candidatos é apresentada aos entrevistados, o ministro da Fazenda aparece apenas em terceiro lugar, com 18,1% das intenções de voto.
Na frente de Haddad, estão Tarcísio e Ciro, com 26,6% e 23,7%.
Em outro cenário, com Michelle Bolsonaro no lugar de Tarcísio, o ministro de Lula aparece com 17,9% das intenções de voto, atrás da ex-primeira-dama, com 29,5%, e do ex-governador do Ceará, com 21,7%.
Camilo Santana e Gleisi Hoffmann
O Instituto Paraná também testou cenários com dois outros nomes do PT: o do ministro da Educação, Camilo Santana, e o da presidente nacional do partido, deputada Gleisi Hoffmann.
Contudo, nenhum dos dois conseguiu chegar a 10% das intenções de voto.
O ex-governador aparece com 6,9% dos votos.