
A inflação na Argentina avançou 2,1% em setembro, segundo dados oficiais divulgados nesta terça-feira (14).
O resultado, o mais alto desde abril deste ano, confirma as previsões de economistas e acende o alerta no governo argentino, que enfrenta um cenário econômico sensível às vésperas das eleições parlamentares de meio de mandato.
De acordo com o Instituto Nacional de Estatística e Censos (INDEC), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) acumula alta de 22% em 2025 e chega a 31,8% nos últimos 12 meses. O aumento foi impulsionado, principalmente, pelos setores de habitação, água, eletricidade, gás e combustíveis, além de educação. Transporte, saúde e artigos para o lar também registraram reajustes expressivos.
Especialistas afirmam que o desempenho reforça os desafios do governo argentino no controle da inflação e na recuperação do poder de compra da população.
Analistas políticos destacam ainda que o tema deve ganhar força no debate eleitoral, tornando-se um dos principais pontos de atenção do cenário econômico do país.
Redação Portal PB