
Em uma ação inédita e sem precedentes, Israel lançou uma ofensiva aérea coordenada chamada Operação Rising Lion, atingindo alvos nucleares em Natanz, instalações militares e residência de altos oficiais em Teerã.
Entre os mortos estão comandantes da Guarda Revolucionária (Hossein Salami, Mohammad Bagheri) e ao menos seis cientistas ligados ao programa nuclear iraniano.
O ataque foi descrito por Netanyahu como “uma medida essencial para neutralizar a ameaça existencial iraniana” e garantir a sobrevivência do Estado israelense.

Retaliação imediata
Na noite de 13 de junho, o Irã retaliou com uma ofensiva composta por cerca de 150 mísseis balísticos e mais de 100 drones contra território israelense. Embora a maioria tenha sido interceptada, o ataque deixou ao menos 22 feridos em Israel, conforme dados oficiais.
A escalada marca o primeiro confronto direto desde a revolução iraniana de 1979.
Conclusão
Estamos diante de uma virada dramática. De um lado, Israel busca dissuadir e desarmar; do outro, o Irã reage numa tentativa de preservar sua dissuasão nuclear.
O risco de escalada para uma guerra mundial, ou mesmo nuclear, não é retórico — é real e crescente.
Redação Blog do Jucélio