
Nos bastidores do governo americano, porém, o tom é de incômodo. Segundo relato de bastidor divulgado pela imprensa, um integrante da administração Trump comentou que ver Flávio se apresentar como “presidente de fato” do Brasil não era algo desejado por Washington.
A presença da família Bolsonaro nos EUA tem gerado discussões internas sobre como equilibrar o tema com a relação bilateral.
A declaração de Trump veio depois que Flávio cancelou, na tarde desta quinta (29), a coletiva de imprensa marcada para Miami.
No lugar, o senador enviou uma carta de três páginas a veículos brasileiros e estrangeiros, em versões em diferentes idiomas.
Na primeira, ele se declarou “o verdadeiro presidente eleito do Brasil”. Minutos depois, corrigiu para “líder do Brasil”.
Na carta, Flávio mantém a acusação de fraude eleitoral sem apresentar provas e anuncia que vai se dirigir regularmente ao povo brasileiro e apresentar uma estratégia para mobilizar a oposição.
Lula (PT) foi reeleito no domingo (25) com 64,2 milhões de votos, contra 59,8 milhões do senador.
Redação Portal PB