
O Congresso Nacional derrubou, nesta semana, o decreto que aumentava as alíquotas do IOF — Imposto sobre Operações Financeiras — editado pelo governo Lula para reforçar a arrecadação e cumprir a meta de déficit zero em 2025.
A medida representava uma expectativa de R$ 12 bilhões em receitas para o próximo ano, mas sua revogação impõe um desafio à política fiscal e amplia a pressão sobre o Palácio do Planalto.

Desde maio, o governo já precisou congelar mais de R$ 31 bilhões em despesas, e novos cortes podem ser anunciados em julho.
Especialistas alertam que a decisão fragiliza ainda mais a credibilidade fiscal do governo e pode afetar indicadores econômicos como juros, dólar e inflação.
Agora, o Planalto avalia acionar o Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter a decisão do Congresso e manter a cobrança, em mais um capítulo da disputa entre Executivo e Legislativo.
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